Os alunos que participam Exames

Ano letivo de 2021 / 2022

Festa de Finalistas de 9º ano - um misto de emoção, alegria e muita animação

Este ano, 96 alunos do 9º ano despediram-se do nosso Agrupamento, durante um jantar convívio, na Quinta da Igreja de Fânzeres, no dia 14 de junho.
Há muitos anos que festejamos a despedida dos nossos finalistas e fazemo-lo sempre com a convicção de que enquanto estiveram connosco, tudo fizemos para que saiam desta escola melhores pessoas.
Nesta festa, há sempre um misto de emoção, alegria e muita animação. 
Alunos e professores conviveram em harmonia e ambiente descontraído aproveitando-se a ocasião para proceder à entrega de Diplomas aos alunos que se distinguiram em diferentes áreas. 
A Associação de Pais e alunos da Escola de Sta. Bárbara associou-se ao evento, estando presente para proceder à distribuição de uma medalha comemorativa da sua passagem pela escola e de uma mensagem de incentivo.
Aproveitou-se ainda a ocasião para desejar a todos estes alunos um futuro promissor e lembrá-los que, nesta escola, haverá sempre alguém de braços abertos para os receber com alegria e muita amizade.

 

Peddy paper da francofonia

No decorrer da semana de 30 de maio e 2 de junho de 2022, decorreu na escola o peddy paper da francofonia. O percurso pedagógico efetuado pelos alunos das diversas turmas do 3.º ciclo do Ensino Básico da escola incluiu um conjunto de atividades diversificadas relacionadas com a cultura francesa. A Biblioteca da Escola fez parte do referido circuito. Os grupos de alunos que alcançaram as mais elevadas pontuações foram os seguintes:

8ºC: Ariana Teixeira; Catarina Silva; Mariana Costa.

9ºE: Diana Barbosa; Joana Oliveira; Mara Almeida; Mariangel Sanchez

Disponibilizamos o link de acesso ao blogue do Clube de Francês.

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Olá 5.º ano!

No dia 9 de junho de 2022, decorreu na escola a atividade “Olá 5.º ano!”, dirigida aos alunos do 4.º ano de escolaridade do Agrupamento que no próximo ano letivo frequentarão o 5.º ano de escolaridade. A Biblioteca da Escola participou no percurso definido na escola com a atividade “Uma história a contar!”. Aos alunos foi apresentada a obra “A que sabe a Lua?” da autoria de Michael Grejniec.
 

Imprevistos da Leitura – Obra literária “Os Piratas” da autoria de Manuel António Pina

No âmbito da concretização da ação educativa “Imprevistos da Leitura”, as turmas do 6.º ano de escolaridade efetuaram a leitura da obra “Os piratas” da autoria de Manuel António Pina. Na sequência das atividades de compreensão da obra efetuadas em contexto da sala de aula, as docentes de Português responsáveis pela implementação do projeto selecionaram duas cenas da obra, tendo um grupo de alunos das turmas 6.ºA e 6.ºB efetuado a leitura encenada das referidas cenas dramáticas. Na Biblioteca da Escola, o referido conjunto de alunos gravou a leitura dramatizada das mencionadas cenas.
 

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Imprevistos da Leitura – Obra literária “O Príncipe Nabo” da autoria de Ilse Losa

No âmbito da concretização da ação educativa “Imprevistos da Leitura”, os alunos das turmas do 5.º ano de escolaridade da escola procederam à leitura e compreensão da obra “O Príncipe Nabo” da autoria de Ilse Losa. As docentes responsáveis pela dinamização do projeto, em conjunto com os alunos da turma 5.ºB, elaboraram o tabuleiro, as questões e o regulamento de um jogo referente à obra “O Príncipe Nabo”. Os mencionados alunos da turma 5.ºB concretizaram na Biblioteca da Escola o jogo “O Príncipe Nabo” de Ilse Losa. 
 

Ação Educativa: “Escola 21/23: Ler com mais livros: Projetos de leitura”
A leitura como domínio transversal ao currículo
Beatriz Pinto e Jéssica Morais do 9ºA promoveram o livro, a leitura e falaram de Bullying aos colegas de 6º ano


No âmbito da promoção da leitura e do desenvolvimento de diferentes literacias, a Beatriz Pinto e a Jéssica Morais, alunas do 9ºA, trabalharam a leitura como domínio transversal ao currículo, especificamente com a área curricular de Cidadania e Desenvolvimento (CD), articulando com a sua professora de português (simultaneamente, coordenadora CD) e todas as turmas de 6º ano.
Apostar no desenvolvimento de competências leitoras, fomentar o gosto pela leitura e contribuir para a consciência cívica dos alunos (futuros cidadãos ativos) foram os objetivos desta iniciativa que levou estas duas alunas, entre os dias 18 e 25 de maio, a todas as salas dos 6º anos para apresentarem os seus projetos de leitura que abordavam o “Bullying” como ação central da narrativa. Desta forma, associou-se o prazer da leitura ao prazer de viver em paz e num clima saudável como deve ser o de uma escola.
As alunas dinamizaram as sessões, junto dos seus colegas mais novos, centrando a sua ação na promoção da leitura, com vista ao desenvolvimento de uma atitude cívica e interventiva. Assim, através de uma apresentação em PPT e vídeos que prepararam a partir das leituras realizadas, pretenderam sensibilizar os seus pequenos colegas para algumas temáticas de cidadania, designadamente, segurança, bem-estar, media. No final de cada sessão, distribuíram um marcador de página, pensado e criado por elas.
A Beatriz e a Jéssica foram mentoras “por um dia”, transmitiram muito bem a mensagem que desejavam, de tal maneira que alguns dos seus pequenos colegas ficaram entusiasmados e foram requisitar os livros à biblioteca, outros ficaram muito agradados com esta ajuda das colegas de 9º ano, tendo colaborado de forma muito positiva durante os debates.
Pela pertinência das temáticas, “Bullying e Ciberbullying, cada vez mais atuais e "urgentes", cremos que esta iniciativa foi, sem dúvida, um catalisador de mudanças e sobretudo uma experiência inesquecível para as alunas que a vivenciaram com entusiasmo, dedicação e empenho.  

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O mochila.com.net marcou presença no 1º Encontro Nacional de Jovens Jornalistas


No passado dia 27 de abril, o Mochila.com.net participou, juntamente com mais de 100 alunos de dezenas de escolas de todo o país, no primeiro Encontro Nacional de Jovens Jornalistas, em Lisboa. A iniciativa partiu do jornal escolar EçaNews, com o apoio da DGE e do PÚBLICO.
Os professores responsáveis pelo nosso jornal online mochila.com.net e dois alunos, a Joana e o Bernardo do 7º B, deslocaram-se à Escola Secundária Eça de Queirós, em Lisboa, para receberem formação com o intuito de enriquecerem o nosso jornal. Temos a certeza de que os nossos pequenos jornalistas ficaram muito inspirados, pois para além de assistirem a uma sessão plenária, durante a qual tiveram oportunidade de contactar com vários jornais escolares do país, tiveram também a oportunidade de participarem em workshops orientados por jornalistas.
A Joana, a propósito da sua participação referiu: “No Encontro Nacional de Jovens Jornalistas, aprendi muitas coisas sobre o que os jornalistas fazem. Aprendi que existem vários tipos de jornalismo e também uma técnica muito útil para quando tiver dúvidas ao escrever uma notícia: é só pensar que estamos a contar a alguém o que se passou. Com o que aprendi neste encontro, espero ajudar o nosso mochila.com.net a ter muito sucesso”
O Bernardo disse “Eu juntamente com a minha colega Joana fomos selecionados para ir ao Encontro Nacional de Jovens Jornalistas que decorreu na Escola Secundária Eça de Queirós. Nessa mesmo encontro, aprendemos muito sobre os vários tipos de jornalismo o que nos vai ajudar muito a evoluir para trabalharmos no jornal da nossa escola.” 
Foi, efetivamente, um dia muito cansativo, mas feitas as contas, a balança ficou equilibrada entre o cansaço e o enriquecimento de que todos beneficiámos e que terá como principal beneficiário o nosso jornal escolar mochila.com.net o qual deverá chegar a todos que o queiram ler.

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Cientificamente provável
Parceria com o Instituto de Investigação e Inovação em Saúde
A prevenção do cancro

A Escola Básica de Santa Bárbara – Fânzeres participou no Programa de ação educativa da responsabilidade da Rede de Bibliotecas Escolares intitulado “Cientificamente Provável”, tendo sido efetuada uma parceria com o Instituto de Investigação e Inovação em Saúde. No dia 26 de abril de 2022, o Dr. Nuno Ribeiro, na condição de Embaixador de Ciência, dinamizou nas turmas 7.ºA, 7.ºB e 7.ºC, a atividade “Prevenir, evitar ou ignorar: o que podemos fazer quanto ao cancro?”. 
Apresentamos uma imagem do edifício do Instituto de Investigação e Inovação em Saúde e um infográfico com as principais recomendações dadas aos alunos no que se refere à prevenção do cancro.  

 

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Imprevistos da Leitura

Obra "Ulisses" da autoria de Maria Alberta Menéres

No âmbito da implementação do Projeto "Imprevistos da Leitura", durante os meses de fevereiro e março de 2022, os alunos das turmas do 6.º ano de escolaridade, efetuaram a leitura e interpretação da obra "Ulisses" da autoria de Maria Alberta Menéres. No contexto do referido processo de aprendizagem, os alunos procederam à elaboração de textos de natureza criativa relativos à viagem de Ulisses no Mar Egeu, tendo sido redigidas páginas do diário da embarcação em que Ulisses e os seus companheiros regressaram a Ítaca, de pois de terem participado na conquista da cidade de Tróia.

Em pleno oceano, 24-12


Depois de meses e meses de guerra, cá estou eu navegando no oceano grande e perigoso a caminho de casa. Estou sentado no chão do barco e todo o meu corpo dói. Os meus olhos estão pesados e cansados. Estou demasiado cansado!
Só quero agradecer aos deuses por finalmente me permitirem que regresse a casa. As saudades apertam. Como estará o meu filho, Telémaco? Será que se lembra de mim? E o que se passará em minha casa e no meu reino? Como estará o meu povo?
Choro de saudade e de solidão. As lágrimas correm pelo meu rosto e sei que não é essa a atitude que se espera de um herói. Mas sou humano.
Alturas houve em que me apeteceu desistir… morrer no mar… Mas os meus homens dependiam de mim e não era isso que eu pretendia deixar na memória do meu povo.
Agora rezo aos deuses para que me deixem chegar a Ítaca… Já falta tão pouco.

 

Amélia, 6º A
 

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Trabalho efetuado por Íris Ribeiro da turma 6.ºD

Imprevistos da leitura

Conto “A Viúva e o Papagaio” da autoria de Virgínia Woolf.


Durante os meses de fevereiro e março de 2022, os alunos das turmas do 5.º ano de escolaridade procederam à leitura e compreensão da obra "A Viúva e o papagaio" da autoria de Virgínia Woolf. No contexto do referido processo de aprendizagem, os alunos, organizados em grupos de trabalho, procederam à construção em origami de Cocas / Quantos-queres, utilizando papel, cartão fino, cartolina. Em seguida, elaboraram 8 perguntas para registar no Cocas, tendo fotografado os objetos entretanto construídos. Depois de elaborados os objetos lúdicos, os alunos jogaram em contexto de sala de aula o jogo "Cocas - Quantos queres". Apresentamos trabalhos efetuados por alunos da turma 5.ºB. 

Cerimónia de entrega de prémios: “Clássicos em Rede – Olimpíadas da Cultura Clássica”

No dia 15 de fevereiro de 2022, decorreu na Biblioteca da Escola, a cerimónia de entrega de diplomas e de prémios aos alunos que, no ano letivo de 2020 / 2021 foram galardoados no âmbito da iniciativa “Clássicos em Rede – Olimpíadas da Cultura Clássica”: 6.ºA – Leonardo Couto (n. º10) e Leonardo Rocha (n. º11); 6.ºB – Gonçalo Ribeiro (n. º4) e Iago Silva (n. º7); 7.ºC – Rafael Ribeiro (n.º15), Ricardo Castro (n.º18) e Tiago Fonseca (n.º21). A entrega dos certificados e dos prémios aos alunos foi efetuada pela professora Suzana Sistelo, Diretora do Agrupamento. 

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Comemoração do Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto

Na disciplina de História foi lançado aos alunos das 6 turmas do nono ano um desafio: escrever, desenhar ou pesquisar sobre o Holocausto. O dia 27 de janeiro não pode ser esquecido: dia internacional em memória das vítimas do Holocausto. 
Alguns dos livros sobre a temática existentes na biblioteca da escola foram mostrados em sala de aula para servirem de inspiração. 
Para além dos trabalhos entregues foi importante a reflexão intensa em torno do assunto. Nunca se sabe se a História pode repetir-se e por isso é melhor ficar bem atento para que a barbárie não se volte a repetir.

Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto

Assinala-se hoje, dia vinte e sete de janeiro de dois mil e vinte e dois, o Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto. 
Holocausto foi o genocídio em massa de cerca de seis milhões de pessoas. 
Que tipo de pessoas eram atacadas? 
Do ponto de vista de Hitler, as pessoas atacadas eram os “diferentes”, mas quem eram os diferentes? Pessoas de uma etnia diferente, de religião diferente que não possuíssem olhos azuis e cabelo loiro (ideal da dita raça ariana), ou até mesmo quem tinha todos estes traços físicos, mas era debilitado / considerado inferior. 
Infelizmente, imensas pessoas morreram devido a este tipo de movimentos nazis.
É necessário relembrar o Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto, para que não se repita a Barbárie e para que as pessoas que defendem o nazismo percebam as suas implicações. 
Este período na História humana foi desumano e é necessário que ele não se repita.

Luana Olsen - 9.ºB
 

O Diário de Anne Frank

O Diário de Anne Frank foi escrito entre 12 de junho de 1942 e 1 de agosto de 1944. Anne dirige-se à sua querida Kitty, uma amiga imaginária, para contar o quotidiano da sua vida e o período de reclusão no esconderijo, o diário constituiu um comovente testemunho desse tempo de terror e perseguição. Relata os conflitos de uma adolescente judia e a tensão em viver escondida dos nazis sobrevivendo com a comida armazenada, a ajuda recebida de amigos, o sofrimento da guerra, os bombardeamentos que aterrorizavam a família e a possibilidade de o “anexo secreto” ser descoberto e serem mortos a tiro. É muito importante lembrar o Holocausto para que nunca mais se repita!
Mateus Ferreira - 9.ºF

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Imagens: Joana Oliveira (9.ºE); Diana Barbosa (9.ºE);  Diogo Costa (9.ºB); Daniela Ribeiro (9.ºB)

Imprevistos de Leitura

No âmbito da concretização da ação educativa “Imprevistos de Leitura”, os alunos das turmas do 5.º ano de escolaridade da escola procederam à leitura e compreensão em contexto de sala de aula, do conto tradicional francês “O Melro Branco”, que integra a obra “Contos e lendas tradicionais de Portugal e do Mundo” da autoria de João Pedro Mésseder e Isabel Ramalhete. Os alunos elaboraram narrativas em que a personagem principal, um príncipe, filho de um monarca doente, empreende uma viagem de modo a alcançar uma fonte cujas águas têm o poder de curar. Publicamos os mais destacados trabalhos efetuados pelos alunos do 5.º ano de escolaridade.
 

O rei doente

   Era uma vez, um príncipe chamado Alberto e o seu pai, o rei Guilherme. 
   O rei estava muito doente, com uma doença rara. Sentindo-se fraco, disse ao príncipe, tossindo:
   - Cof! Cof! Filho, tens de ir à fonte da cura!
   O filho, muito atrapalhado, respondeu:
   - Ó pai, mas onde fica essa tal fonte?
   - Filho, tens de descobrir. – respondeu o rei com uma voz muito fraquinha. 
   O príncipe meteu-se a caminho e foi perguntando às pessoas das aldeias por onde passava onde ficava a tal fonte. Mas ninguém lhe sabia responder. Ele pegou no cantil e seguiu na mão de Deus. 
   Surgiram à sua frente duas estradas, mas ele não sabia qual delas deveria escolher. Então, apareceu uma cobra que que disse com voz traiçoeira:
   - Podes seguir o caminho dos triângulos, se fores para a fonte da cura. 
O príncipe agradeceu e seguiu por esse caminho, quando encontrou uma fada que lhe perguntou:
   - O que andas a fazer por aqui, meu jovem?
   - Estou à procura da fonte da cura – respondeu, delicadamente, o príncipe. 
   - Não é este caminho. Esta estrada vai dar ao mundo das fadas. Se queres encontrar essa fonte, tens de seguir a estrada dos quadrados.  – disse ela, carinhosamente. 
   O príncipe, que tinha sido enganado, voltou para trás até encontrar a estrada dos quadrados. Logo que a encontrou, seguiu por ela até avistar a fonte da cura. Mal lá chegou, pegou no seu cantil e encheu-o com aquela água milagrosa.
   De seguida, missão cumprida, correu, correu, correu até ao palácio e deu a água ao pai. Ele bebeu a água até à última gota, ficou curado e cheio de alegria por o seu filho ter conseguido cumprir o que lhe tinha pedido. 

Ana Cunha, nº1 – 5ºA 

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A Fonte milagrosa


Era uma vez, num reino muito longínquo, um rei que estava muito doente. Ele tinha uma filha chamada Bela e ela era a sua única esperança. Mandou-a ir à procura da fonte milagrosa, na floresta perdida, para curá-lo.
Então, logo que o sol se pôs, ela partiu para aquela perigosa aventura.
Mas, no reino das trevas, a rainha Maldita estava a ver tudo o que a princesa estava a fazer.
Ela estava tão furiosa! Ela só queria a fonte milagrosa para ela! Então, decidiu chamar os seus escravos e disse-lhes assim:
- Só voltarão quando a princesa estiver morta! E não me falhem, senão os próximos a morrer serão vocês!
Cheios de medo, os escravos foram de imediato atrás da princesa.
A Bela estava em cima do seu cavalo quase a entrar na floresta perdida, mas, antes de entrar ouviu um barulho e foi lá ver o que era. Era um coelho preso numa armadilha!
Ela foi salvá-lo imediatamente, já que ela tinha um carinho muito especial pelos animais.
Quando ela o tirou daquela terrível armadilha, ficou espantada ao ver que ele falava.
- Ouve-me bem! A maléfica rainha Maldita não quer, de modo algum, que tu chegues à fonte milagrosa, por isso, tu tens de estar preparada para tudo. Mas se precisares de mim é só dizeres: Coelho, coelhinho preciso de ajuda!
E desapareceu, misteriosamente, entre os arbustos. Ela ficou assustada! O que ela iria fazer se a rainha Maldita aparecesse de novo? Mas pensou no seu querido pai e foi em frente.
Quando montou o cavalo outra vez, os escravos da rainha Maldita apareceram. Ela ainda pensou em chamar o coelho, mas ela só queria chamá-lo quando fosse extremamente importante. Então, continuou aquela guerra sozinha.
Eles tinham muitas armas e flechas. Ela tentou fugir, mas eles conseguiram acertar-lhe no braço e foram embora, já que a tinham perdido de vista.
Com a ferida no braço, ela disse:
- Coelho, coelhinho preciso de ajuda!
Quando ela pronunciou essas palavras, o coelho apareceu.
- Por favor, coelho salva-me! Levei uma flechada no meu braço! - disse ela desesperada.
Então, o coelho curou a sua ferida com magia e desapareceu novamente. Já que ele tinha desaparecido, ela continuou o seu caminho. Mas, no castelo, da rainha Maldita estava a acompanhar a aventura da Bela e estava tão furiosa! Quando os seus escravos chegaram, ela prendeu-os na sua masmorra e decidiu ir lá tratar da Bela. A Bela avistou uma sombra e decidiu ir ver o que era. Quando chegou perto, era ela: a rainha Maldita! Ela ficou com muito medo e tentou escapar, mas, infelizmente, foi atingida e a rainha disse assim:
- Acabei de envenenar-te com um veneno tão forte que ninguém do mundo conseguirá curar, nem a grandiosa água da fonte milagrosa!
A princesa Bela nem podia acreditar, então, chamou o coelho.
Quando ela disse aquilo ao coelho ele nem pôde acreditar, mas disse:
- Desculpa, princesa, mas nunca conseguirei quebrar essa maldição!...
Ela estava muito desiludida, mas continuou a pensar no pai e foi em frente. 
Finalmente, tinha chegado à fonte milagrosa. Ela estava a sentir-se muito mal, mas conseguiu pegar em água e subir ao cavalo.
Após algum tempo de viagem, chegou ao castelo e deu a água milagrosa ao seu pai e ele ficou curado.
Mas, infelizmente, a pobre Bela morreu. 

Leonor Pinto, 5.º C
            

Ação educativa: "Diários de Escrita: Ver, Ouvir e Contar"

Durante o 1.º período de atividades letivas, os alunos das turmas do 9.º ano de escolaridade da escola participaram na concretização da ação educativa "Diários de Escrita: Ver, Ouvir e Contar". A atividade decorreu do seguinte modo:
. Apresentação aos alunos das turmas do 9.º ano de escolaridade das características fundamentais do Modernismo.
. Compreensão dos aspetos fundamentais da vida e obra de Serguei Prokofiev, bem como das características inovadoras do seu discurso musical.
. Visionamento do vídeo musicado da obra “Pedro e o Lobo” de Serguei Prokofiev, interpretado pela Orquestra Nacional de França, disponibilizado no Youtube.
. Elaboração de textos narrativos e de recensões referentes à história da obra musical “Pedro e o Lobo” da autoria de Serguei Prokofiev, entretanto visionada e ouvida.

Apresentamos os texto elaborados pelas alunas Ana Junqueira da turma 9.ºA e Leonor Viterbo da turma 9.ºF.

 Incluimos duas ilustrações da autoria de Ayesha L. Rubio e de Christiane Furtges para "Pedro e o Lobo".

“Pedro e o lobo”, de Sergei Prokofiev (reconto)

“Há mais de cem anos atrás, algures na Rússia, vivia o Pedro com o seu avô, numa casa cujas traseiras davam para um imenso prado verde. Do quarto do Pedro, via-se esse prado, que se estendia até ao longe, para depois começar uma misteriosa floresta. “

Certa manhã, Pedro, sem conhecimento do avô, saiu para dar um passeio e acabou por entrar na floresta. Esta era considerada muito perigosa, pois sabia-se que era habitada pelo grande Lobo cinzento. 
Já perto do lago, o rapaz encontrou o seu alegre amigo Pássaro e o Pato a discutirem acaloradamente. De repente, Pedro viu o Gato aproximar-se sorrateiramente, a tentar apanhar Pássaro. Pedro assustado, como bom amigo que era, gritou: 
- Cuidado! 
O Pássaro voou rapidamente para cima de uma árvore e o Pato, antes que o Gato se virasse para ele, fugiu. Entretanto, surgiu o avô, barbudo e resmungão, a ralhar, pois estava preocupado com o possível aparecimento do Lobo. Zangado, ordenou-lhe:
- Vamos já para casa!
Embora contrariado, Pedro teve que acompanhar o avô. 
Foi então que o lobo apareceu, com um ar ameaçador, assustando os três animais. Cheio de fome tentou comer o Gato que subiu a árvore como uma flecha, juntando-se ao Pássaro. O Lobo, ao reparar no Pato que estava perto, foi atrás dele e engoliu-o. 
Pedro, que observava tudo de longe através dos seus binóculos, correu para a floresta e teve uma ideia para apanhar o lobo. Subiu a uma árvore com o seu violino e arrancou-lhe uma corda e com ela prendeu o Lobo pelo rabo. Claro que antes pediu ao pássaro para distrair o Lobo, mas com muito cuidado.
O lobo ficou tão confuso que Pedro conseguiu capturá-lo. Naquele momento, apareceram os caçadores e o avô que ficou contente pela esperteza do neto. 
Os caçadores estavam determinados a matar aquele animal tão mau, mas Pedro não permitiu que o fizessem e quis levá-lo para casa do avô, o que fizeram em grande festa. Comemoraram a coragem de Pedro, pois agora podiam andar à vontade na floresta.           
Subitamente, ouviu-se o “Quá” do Pato na barriga do Lobo. Descobriu-se, assim, que afinal o Pato estava vivo. Contudo, o Lobo, apanhando todos distraídos, fugiu. 


                               
 

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Recensão - “O Pedro e o Lobo”

A história do “O Pedro e o Lobo” foi escrita por Sergei Prokofiev, nascido no dia 23 de abril de 1891 no Império Russo e faleceu no dia 5 de março de 1953. Era um compositor russo, tocava piano como a sua mãe e já o seu pai era engenheiro agrónomo.
Na minha opinião, o tema da obra é a coragem e a amizade, pois Pedro, para conseguir capturar o lobo, precisou da ajuda dos seus amigos e precisou sobretudo de ter muita coragem. Eu diria que os temas foram abordados de forma adequada e que as suas diferentes dimensões foram tratadas de forma equilibrada, pois conseguiram tratar ambos de igual forma sem destacar nenhum. A ideia principal do compositor era transmitir conhecimentos musicais às crianças, de forma agradável. Eu acho que o autor conseguiu transmitir o que desejava corretamente porque soube associar cada instrumento a uma personagem tornando, desta forma, a obra muito apelativa para as crianças. 
Esta obra ajuda bastantes crianças a compreender o tema da história porque usando uma fábula, ou seja, uma narrativa em que os animais apresentam características humanas, ela e possui o carácter educativo, transmitindo lições aos humanos. Assim o criador usou a melhor estratégia que podia, pois, muitas crianças não sabem o significado de amizade e, com esta obra, na minha opinião, conseguirão perceber o verdadeiro sentido dessa palavra. Certamente que recomendaria esta obra a todas as crianças porque acho que é uma história que deveria ser abordada em todas as escolas do 1º ciclo (do primeiro ao quarto ano).

 Ana Isabel Junqueira, 9º A
 

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Imprevistos de Leitura

Obra "Ali Babá e os 40 ladrões"

No âmbito da concretização do Projeto “Imprevistos de Leitura”, os alunos das turmas do 6.º ano de escolaridade da escola procederam à leitura e compreensão da obra “Ali Babá e os 40 ladrões” tendo estes visionado um filme de animação relativo ao texto literário abordado. Dando desenvolvimento ao processo de aprendizagem encetado, aos alunos foi proposta a elaboração de narrativas ilustradas baseadas na técnica de trabalho da banda desenhada. Neste contexto, foi-lhes proposta a construção de uma narrativa de aventuras envolvendo uma personagem que, na atualidade, se dedica ao estudo da literatura muçulmana e que adquire num leilão uma edição rara da obra “Ali Babá e os 40 ladrões”. A motivação dos alunos para a técnica de trabalho da banda desenhada foi efetuada através da apresentação do filme “As aventuras de Tintim – O segredo do Licorne”, realizado por Steven Spielberg. 

Apresentamos imagens de dois trabalhos efetuados por alunos da turma 6.ºA.

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Atividade de colaboração entre o Clube mochila.com.net e a área curricular de Cidadania e Desenvolvimento

Durante o mês de novembro de 2021, os responsáveis pela dinamização do clube mochila.com.net concretizaram uma iniciativa de colaboração com a área curricular de Cidadania e Desenvolvimento de modo a ser abordado, nas turmas do 9.º ano de escolaridade, o tema “A Literacia dos Média e a Desinformação”. Os alunos das turmas do 9.º ano de escolaridade da escola tiveram a oportunidade de visualizarem um PowerPoint relacionado com o tema da sessão e de dialogarem acerca da realidade da desinformação no mundo mediático da atualidade. Em seguida, foi concretizada uma atividade prática relacionada com a confirmação da fonte fotográfica de uma notícia falsa, através do recurso a uma ferramenta do Google.
 

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Visita de Estudo ao Sea Life

 

No dia 28 de outubro, os alunos dos Roteiros de Escrita viveram uma manhã inesquecível no SEALIFE do Porto.

Esta visita de estudo, promovida pelos Roteiros de Escrita em colaboração com a BE, teve como principais objetivos: facultar experiências significativas de aprendizagem, geradoras de motivação para o exercício da escrita; investir no desenvolvimento das habilidades cognitivas e interesses, através de propostas didáticas estimulantes.

Foi evidente a euforia e impaciência dos alunos ao longo de toda a visita, fascinados por aquele mundo subaquático misterioso, que os intrigava e lhes suscitava curiosidade. Tão depressa se assustaram com o tubarão gigante, que nadava sobre as usas cabeças, como desejaram ultrapassar o gradeamento e abraçar os pinguins que, no recinto exterior, deliciavam os espetadores, com as suas travessuras.

Assim ficou delineada uma das rotas de escrita.

Apresentamos imagens da visita de estudo: uma fotografia do grupo de alunos que integram a Oficina "Roteiros de Escrita"; uma imagem do trabalho efetuado pelos alunos na Biblioteca, composto por recortes de peixes, fotografias do Sea Life e mensagens; e imagens do Sea Life.

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